23 julho 2009

Filosofia de Vida

Um professor, diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.

O professor pegou então numa caixa de fósforos e vazou-a para dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.
A seguir, o professor pegou uma caixa de areia e vazou-a para dentro do frasco. Obviamente que a areia preencheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retundante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram-se nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou:
'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a famí­lia, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocarmos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia'.

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
'Então e o que representa o café?'
O professor sorriu e disse:
'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um/a amigo/a'.

Saudade


::Lembrar é fácil para quem tem memória... Esquecer é difícil para quem tem coração::

21 julho 2009

Casa no Campo



Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais

Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais...

16 julho 2009

Lá vou eu...

Lá vou eu
Procurando um pra ser meu
Não sou eu
Quem procura o que o tempo perdeu
Não vou passar
Nos caminhos onde andei
Encontrando novo encanto
Então eu me encontrarei

Solidão me dá um desespero
Faltando tempero
Alegria não há
Quanto mais aos amigos me apego
Não consigo meu ego encontrar
Não sei viver sem carinho
No mundo sozinha não posso ficar
Sei que eu fui muito amada
Mas ao meu passado não quero voltar

Lá vou eu...

Quanto mais aos amigos me apego
Não consigo meu ego encontrar
Solidão me dá um desespero
Faltando tempero
Alegria não há
Sei que eu fui muito amada
Mas ao meu passado não posso voltar
Não sei viver sem carinho
No mundo sozinha é que não vou ficar

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