17 março 2010

E porque hoje estou de luto

"Nós somos um jardim
Onde há belas flores
Desde o jasmim
Aos cravos e aos amores.

Há também esperanças
Vinde até Bicesse
À Aldeia das Crianças
S.O.S.!

Andorinhas amparadas
Em ninhos de mão amiga
É feliz a petizada
Que Deus no céu nos bendiga
Pequeninos corações
Albergam amor por vós
E nas nossas orações
Jesus ouve a nossa voz!"





Hoje, que é um dia de grande pesar para todos os filhos das Aldeias de Crianças S.O.S. de Portugal, quero aqui deixar a minha homenagem às nossas queridas Tias Céu, que acaba de nos deixar, e  Palmira que nos deixou há 2 anos.


Foi há 40 anos que a Dra. Maria do Céu Correia e a Dra. Palmira Cabrita Matias fundaram a Associação das Aldeias de Crianças S.O.S. de Portugal, com a ajuda do Dr. Hermann Gmeiner (de quem já vos falei aqui) e de alguns amigos. Ainda jovens universitárias, e com uma vida toda pela frente, estas duas grandes mulheres, interessadas nos problemas sociais que afectavam o nosso país, decidiram, com todo o seu coração, contra tudo e contra todos, criar a bela obra de que vos falo.


Faço uma referência ao post que aqui deixei há uns dias: ::intervalo:: ensaio sobre a felicidade #1, porque a vida é isto mesmo! E as minhas Tias Céu e Palmira não podiam ter aproveitado melhor o delas. Nós, os filhos das Aldeias SOS fomos as "andorinhas amparadas em ninhos de mão amiga". 


Maior que o meu pesar é a minha gratidão como filha das Aldeias de Crianças SOS.



* Enquanto não viram nascer a sua grande obra, não descansaram.
* Enquanto não enchessem todas as casinhas com mães SOS e com filhos SOS, não descansaram.
* Enquanto não esgotassem todas as possibilidades para que nada faltasse aos "seus sobrinhos" (nós), não descansavam.
***
Descansem, agora em Paz.

Com Amor, Saudade e Muita Gratidão
Laura Assis

16 março 2010

Dear virtuals



For a while, and just for a while, me and my self will be outta here. I'll be kind of missed out 'cause 'myself' is totally messed up.

I'l be fine. I promess.

By the way, Ginger, I'll be just missed out, not dead... ok?!? :D

Be right back!!

14 março 2010

Enjoy the [90's] silence




Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me 

Pierce right through me
Can’t you understand
Oh my little girl


All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm


Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable


All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm


Depeche Mode, in Violator




Recordando o Silêncio dos anos 90, para Fábrica de Letras

11 março 2010

Who am I after all??


Cada um conhece a Laura que merece... A que te pode levar ao paraíso; ou fazer da tua vida um inferno. Aquela perfeita que tem mil defeitos; Aquela insegura que sabe o que quer; Aquela decidida que por vezes tem dúvidas nas escolhas que faz; Aquela corajosa que por vezes sente medo; A guerreira que por vezes não quer ir à luta; Aquela simples que, por vezes complica tudo; Aquela que quer um começo, mas receia o fim… A menina que encanta, a moça que fascina, a mulher que enlouquece…! Com cabeça de mulher, mas com coração de menina… Talvez eu hoje fosse a menina para o papá, a filhota para a mamã, a inocente para os avós e a insuportável para a irmã… Mas lamentar o passado não é caminhar para o futuro… Então, eu hoje SOU a preta linda e maluca para os amigos, a pérola negra para os admiradores, a linda princesa para os carinhosos, a Lala para os virtuais, a melga para os incompreensíveis, a inimiga para os inimigos e uma qualquer para os desconhecidos… 

Quem vê, pensa. Quem conhece, sabe. Para mim? Sou. Tudo isto e muito mais. Sou uma alma entre tantas outras, que teve a sorte de uma de vir ao mundo a espernear, para lutar e vencer!

"-Lala?"
"- Oui, c'est moi!"

Não querendo responder, mas já respondendo...

ANTES DE LEREM ESTE POST
ATENÇÃO: Depois de ter lido o primeiro comentário a este post, fiquei com medo. Não quero que as pessoas que me seguem e lêem pensem que estou a tentar gozar ou qualquer coisa parecida. Nunca faria tal coisa nem com esta situação nem com outra qualquer de índole discriminatória. No entanto se alguém se sentir desconfortável com este post, peço o favor de me avisar, ou num comentário ou por email e este post será de imediato retirado.
Mais uma vez a minha intenção não é discriminar ou gozar. Simplesmente achei caricata a situação. Obrigada a todos pela vossa compreensão. OBRIGADA EVA POR ME TERES FEITO VER ESTA ENTREVISTA DE OUTRA FORMA.


Primeiro diz que não responde à pergunta. Depois responde, mas baralha. :S
Ora, então vamos lá ver se eu entendi... O sr. não diz que é mas também não diz que não é. O problema não é esse... de todo!
O problema é que o sr. diz que a pergunta que lhe foi feita ofende a comunidade gay americana (???)...

Ora se o sr. não explica... a malta não entende. Mas se o sr. tenta explicar, a malta também não entende. Eu não entendi.

Portanto, "das duas, três":

Se o sr. entendeu a pergunta como um acto discriminatório, então sim concordo perfeitamente quando diz que o jornalista ofende a comunidade gay. Aqui não há dúvidas.

Se o sr. não entendeu a pergunta como um acto discriminatório, então por que raio haveriam as pessoas de se ofender (???)...

"Não percebi...!"

::post it::

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