sou do sentido do milímetro, do espaço da fracção
sou de te amar sem exactidão.
para que serve o sumo de amar
se tudo que bebo é a falta de te me aconchegar?
para que serve o banho molhado
se tudo me seca sem o teu pecado?
Hoje, aqui e agora. É quando te amo. O quanto? Demais.
Obrigada, Pedro Chagas Freitas, escritor, fabricante de ideias, metodólogo do ensino da escrita, o facto de tão bem teres definido este estado de loucura temporária em que me encontro.
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Nota: desculpem lá a lamechice, mas isto do amor não tem hora nem local. Vocês já fazem tão parte da minha vida, que achei por bem partilhar este meu estado de loucura (temporária, espero)!



