Mostrar mensagens com a etiqueta Histórias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Histórias. Mostrar todas as mensagens

17 maio 2011

Dar à luz com o coração - Retalhos

Todas as pessoas têm a sua história. Todas as pessoas têm pequenos pedaços de histórias com que vão delineando as suas vidas. Todas as pessoas têm a sua própria agulha... aquela com que costuram as linhas da sua vida. Eu tenho uma história, construída de vários pedacinhos de histórias da minha vida. Alguns pedacinhos não são lá muito bonitos, mas sem eles a minha história estaria incompleta por completo!! Conseguem imaginar uma manta de retalhos? Lindas, não são? É assim que quero que imaginem a história da minha vida.
Neste momento, as pessoas que por aqui passam vão poder pegar num retalho da minha vida e admirá-lo, como eu o admiro!
No âmbito da campanha "ajude a tornar o mundo cheio de momentos de infância felizes" , lançada pelas Aldeias S.O.S., como não podia deixar de ser, eu participei com o meu testemunho de "momento de infância feliz"
Este foi o retalho que alterou o rumo da minha vida:

"O meu momento de infância feliz?? É simples!! Foi no dia 2 de Outubro de 1986... Tinha eu 8 anos. De tão pequenina [ainda hoje com 30 (e quase cinco) continuo pequenina], eu nem sabia que no mundo existiam maternidades como aquela. Onde os filhos já nascem crescidos e as mães dão à luz com o coração. Mais do que isso, amam-nos como se tivéssemos saído da sua própria barriga. E o mais incrível no meio disto tudo, é que os filhos podem chegar à maternidade antes das mães, até mesmo antes da maternidade abrir!! [mas que raio de conversa é esta - pensam alguns de vocês]!!
Pois é... facto, facto, é que aconteceu comigo! Depois de alguns retalhos da minha vida menos bonitos, finalmente tinha encontrado um pedaço lindo para juntar à minha 'manta'!!
No dia 1 de Outubro de 1986 fiz uma viagem [lembro-me como se fosse ontem] de Peniche até à Guarda a caminho da tal maternidade. Sentia ansiedade, muita muita ansiedade e na minha cabeça de menina todos os pensamentos voavam a mil. O que eu sabia é que ia ter uma mãe... Caramba, uma mãe!!
Finalmente, tínhamos chegado à tal maternidade onde se dá à luz com o coração. Do lado esquerdo estavam erguidas 3 casinhas. E a única coisa que me lembro de ter pensado na altura foi: "que casinhas tão bonitas" [é que vocês não sabem mas, até então, eu nunca tinha vivido numa casa a sério, mas a barraca onde vivi até era bem fixe porque tinha cortinas penduradas a fazer de paredes interiores e assim eu tinha um quarto só para mim!! :P]!!

Nessa noite fiquei em casa dos "senhores que estavam a tomar conta da maternidade" porque a minha nova mãe ainda não tinha chegado...
Acreditam que nessa noite nem consegui dormir?? Ah pois é!! Na minha cabecinha de menina voavam estrelas e mais estrelas. E em cada uma delas eu imaginava o rosto da minha nova mãe... Foi assim até de manhã e, com o nascer do sol, a maior estrela do universo, eis que ela chega. De sorriso nos lábios e de braços abertos para me acolher. Algo me empurrou até aos braços dela e senti o seu carinho como se a conhecesse desde sempre. Não há como descrever a alegria que senti.
Aquela desconhecida, já de idade avançada e viúva, tinha chegado para ser a minha mãe!! Obrigada minha querida Maria Alice , por seres A minha mãe!"


Retalho deste post, para o desafio do mês de Maio da Fábrica de Letras


25 fevereiro 2010

Momento de infância feliz

Todas as pessoas têm a sua história. Todas as pessoas têm pequenos pedaços de histórias com que vão delineando as suas vidas. Todas as pessoas têm a sua própria agulha... aquela com que costuram as linhas da sua vida. Eu tenho uma história, construída de vários pedacinhos de histórias da minha vida. Alguns pedacinhos não são lá muito bonitos, mas sem eles a minha história estaria incompleta por completo!! Conseguem imaginar uma manta de retalhos? Lindas, não são? É assim que quero que imaginem a história da minha vida.
Neste momento, as pessoas que por aqui passam vão poder pegar num retalho da minha vida e admirá-lo, como eu o admiro!
No âmbito da campanha "ajude a tornar o mundo cheio de momentos de infância felizes" , lançada pelas Aldeias S.O.S., como não podia deixar de ser, eu participei com o meu testemunho de "momento de infância feliz"
Este foi o retalho que alterou o rumo da minha vida:


"O meu momento de infância feliz?? É simples!! Foi no dia 2 de Outubro de 1986... Tinha eu 8 anos. De tão pequenina [ainda hoje com 30 (e um) continuo pequenina], eu nem sabia que no mundo existiam maternidades como aquela. Onde os filhos já nascem crescidos e as mães dão à luz com o coração. Mais do que isso, amam-nos como se tivéssemos saído da sua própria barriga. E o mais incível no meio disto tudo, é que os filhos podem chegar à maternidade antes das mães, até mesmo antes da maternidade abrir!! [mas que raio de conversa é esta - pensam alguns de vocês]!!
Pois é... facto, facto, é que aconteceu comigo! Depois de alguns retalhos da minha vida menos felizes, finalmente tinha encontrado um pedaço bem bonito para juntar à minha 'manta'!!
No dia 1 de Outubro de 1986 fiz uma viagem [lembro-me como se fosse ontem] de Peniche até à Guarda a caminho da tal maternidade. Sentia ansiedade, muita muita ansiedade e na minha cabeça de menina todos os pensamentos voavam a mil. O que eu sabia é que ia ter uma mãe... Caramba, uma mãe!!
Finalmente, tínhamos chegado à tal maternidade onde se dá à luz com o coração. Do lado direito estavam erguidas 3 casinhas. E a única coisa que me lembro de ter pensado na altura foi: "que casinhas tão bonitas" [é que vocês não sabem mas, até então, eu nunca tinha vivido numa casa a sério, mas a barraca onde vivi até era bem fixe porque tinha cortinas penduradas a fazer de paredes interiores e assim eu tinha um quarto só para mim!! :P]!!


Nessa noite fiquei em casa dos "senhores que estavam a tomar conta da maternidade" porque a minha nova mãe ainda não tinha chegado...
Acreditam que nessa noite nem consegui dormir?? Ah pois é!! Na minha cabecinha de menina voavam estrelas e mais estrelas. E em cada uma delas eu imaginava o rosto da minha nova mãe... Foi assim até de manhã e, com o nascer do sol, a maior estrela do universo, eis que ela chega. De sorriso nos lábios e de braços abertos para me acolher. Algo me empurrou até aos braços dela e senti o seu carinho como se a conhecesse desde sempre. Não há como descrever a alegria que senti.
Aquela desconhecida, já de idade avançada e viúva, tinha chegado para ser a minha mãe!! Obrigada minha querida Maria Alice , por seres A minha mãe!"


Nota: Este texto não é exactamente o mesmo que o que eu deixei no sítio das Aldeias S.O.S., mas lá o número de caracteres é limitado.

Como é possível uma história destas? É possível graças ao grande fundador das Aldeias de Crianças S.O.S. Transcrevo, abaixo, um excerto que se pode encontrar no sítio das Aldeias de Crianças SOS:
"As Aldeias de Crianças SOS têm a sua origem na Áustria. O seu fundador Hermann Gmeiner conseguiu aplicar uma ideia fundamental e realizar um sonho: dar uma mãe, irmãos, irmãs, uma família e um lar às crianças órfãs e abandonadas da 2ª Guerra Mundial. Em 1949, em Imst, nasceu a primeira destas aldeias familiares.
15 anos depois, em 1964, é fundada a Associação das Aldeias de Crianças SOS Portugal (...). Tem como objectivo o acolhimento de crianças órfãs, abandonadas ou pertencentes a famílias de risco que não podem cuidar delas, proporcionando-lhes um modelo familiar de cuidados a longo prazo e uma formação sólida para alcançarem uma vida autónoma e a integração plena na sociedade.
(…)
Em Portugal existem três Aldeias de Crianças SOS. A primeira Aldeia foi inaugurada em 1967 em Bicesse (Cascais) a 25 Kms de Lisboa. As restantes Aldeias situam-se em Gulpilhares (V.N.Gaia) e Rio Diz, na Guarda [foi nesta “maternidade” que nasci mas, um ano depois, com os meus irmão e a nossa mãe, mudámo-nos para Bicesse, onde permaneci até aos 21 anos].
Desde Outubro de 2006, está em funcionamento a nova Residência de Jovens em Rio Maior, para jovens das Aldeias SOS, que frequentam cursos de formação profissional, nomeadamente em escolas profissionais em Santarém. Outras actividades estão previstas neste espaço como centro de formação de recursos humanos e campo de férias.
Para além das Aldeias de Crianças e Residência de jovens, existe um Centro Social em Bicesse, que dá apoio às mães reformadas [a minha mãe, hoje com 81 anos, vive no Centro Social] e a pessoas idosas da comunidade [em tempos integrava também uma creche que servia a Aldeia e a comunidade]. Há ainda outros projectos de apoio social em estudo destinado a crianças em risco."

E esta foi uma parte da história da minha vida. Desde já deixo aqui um convite para conhecerem de perto esta maravilhosa obra de solidariedade social em Aldeias de Crianças S.O.S. de Portugal



 

"Every big thing in our world only comes true, when somebody does more than he has to do."
Hermann Gmeiner






Sabiam que:

  • Existem hoje 452 Aldeias de Crianças SOS em todo o mundo, que oferecem um lar a 47.400 crianças.
  • Um conjunto de 1.400 instituições SOS (jardins de infância, lares de jovens, centros sociais e médicos) presta auxílio a mais de 600.000 beneficiários em 132 países.
ProntoS! Já partilhei um retalho da minha vida com vocês.


Beijinhos ::lala::


Ps: Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ca post tã grandi!! O_o

07 agosto 2009

Novo Hospital de Cascais: Wellcome!



Esta experiência nova tem sido fantástica!

Se tivesse ido para a faculdade teria seguido Literatura Portuguesa e Línguas Românicas (Latim, Grego...) - ainda é um sonho.

Fiz um curso de secretariado comercial - hoje completamente demodé -, outro de contabilidade - que ainda não percebi para que me serviu - e fui trabalhando aqui e ali como administrativa... E pensar que eu era feliz nos meus locais de trabalho...

A verdade é que, neste troca-não-troca de emprego, nunca fui tão feliz na vida profissional como sou agora! Caramba! Gosto mesmo do que faço! Sabem? Continuo a ser Administrativa - sou sim senhor -mas agora sou Administrativa de Obra! Como eu costumo dizer: Preto que é preto, trabalha nas obras!! E cá estou eu! Na obra de construção do Novo Hospital de Cascais... Raios?!? Como é que vim aqui parar?!?
Até eu fiquei abananada, com cara de burro a olhar para um palácio, completamente apanhada de surpresa. Não é nada do outro mundo, eu sei disso... mas descobri que é aquilo que, profissionalmente, me faz feliz. Não falo do ordenado - que não deixa de ser importante, para uma mãe solteira sem pensão de alimentos - porque esse desgraçado não chega para tudo, falo antes do ambiente de trabalho (fazemos bem o que temos a fazer - sem stress), falo do fascínio das minhas descobertas...! Quero dizer... isto era um mundo completamente novo para mim! Não há nada como experimentar e eu aceitei este emprego sem saber ao que vinha, mas... porque não?? Saber que também com o meu trabalho aquele edifício se vai erguendo dia-após-dia...
A minha primeira obra... sim primeira! Vou querer continuar, agarrar outras oportunidades para saber mais, sempre mais!

Este emprego não caiu do céu - eu à que sei de onde veio!! -, claro! Da última vez que estive desempregada, resolvi fazer um coisa que nem sabia o que era e muito menos para que servia, mas fiz - aquele Senhor que nós sabemos é que aconselhou!! O ISQ apareceu com um curso destrambelhado de Técnico de Ambiente??!!!?? What the f***??? O que é isso??? Mas mesmo assim fui, como o Senhor me aconselhou, eu não tinha nada a perder, antes pelo contrário, atirei-me de cabeça! Eles até pagavam e tudo!! Embrenhei-me de tal forma na cena que quando acabou pensei: O quê??? Já??? Não, não aprendi tudo... mas foi por causa deste curso que me contrataram... a empresa onde trabalho ainda não tinha nenhum T.A.. E cá estou eu! A TA da firma... feliz e contente... Se me perguntam: trabalhas onde? eu respondo: nas obras!! Ai adoro!!

E é assim... quando a nossa vida anda tanto às voltas que nem percebemos onde começámos nem onde vamos acabar, é urgente que se dê um reviravolta. Mas das grandes! Foi o que fiz - seguindo o conselho daquele Senhor, claro!

Agora, aos poucos vou apresentado o "meu menino" - como lhe chamo - que está cada vez mais crescidinho!!

06 agosto 2009

Intemporal Zélio de Moraes


"E se querem saber meu nome, que seja este: Caboclo das Sete Encruzilhadas, porque para mim não haverá caminhos fechados."


Zélio Fernandino de Moraes

31 julho 2009

Post-it... uma ideia inteligente


Em 1968 um cientista da 3M, Dr. Spencer Silver, desenvolveu um adesivo de pouca adesão, que não deixava marcas e era de fácil remoção... hihihihi, até rimei! Durante cinco anos Spencer divulgou o seu produto, através de seminários e informalmente, mas nunca teve muito sucesso - quem haveria de querer um adesivo sem adesão?? Em 1974 um amigo de Spencer, Art Fry, que cantava no coro da igreja, decidiu aplicar o adesivo sem adesão, que o seu colega tinha criado, como marcador das páginas do seu livro gospel, pois sempre que abria o livro deixava cair os papelinhos que lá tinha. Desenvolveu um pouco a ideia e, em 1977 a 3M lançou o produto no mercado que inicialmente não teve muitas vendas - eheh, primeiro estranha-se e depois entrenha-se...

32 anos depois... qual ideia mirabolante, eis que o Post-it é absolutamente indispensável nas nossas vidas - imaginem vocês, que até para a minha pirralha são "importantes"! Aos 6 anos já me dizia: Oh mamã, tens que comprar "post-its amarelos" para eu "marcar as coisas (que coisas???)!

Certo, certo é que a humanidade, mais tarde, aderiu bem à moda do Post-it... Afinal o Sr. Dr. até tinha tido uma ideia inteligente o único problema é que não "houve muita adesão".

O Post-it serve para tudo: um beijinho, um recado, um lembrete, uma mensagem de amor no frigorífico, um marcador, pah, sei lá... e fantástico fantástico é saber que podes colocá-lo onde quiseres que ao retirar não deixa vestígios de cola!! Para isso é que serve "um adesivo sem adesão"

23 julho 2009

Filosofia de Vida

Um professor, diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.

O professor pegou então numa caixa de fósforos e vazou-a para dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.
A seguir, o professor pegou uma caixa de areia e vazou-a para dentro do frasco. Obviamente que a areia preencheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retundante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram-se nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou:
'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a famí­lia, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocarmos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia'.

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
'Então e o que representa o café?'
O professor sorriu e disse:
'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um/a amigo/a'.

::post it::

::beleza:: (6) ::carolina:: (8) ::imagina só:: (48) ::lala:: (45) ::lala::; dia de cão (2) ::pai natal sim ou não:: (2) ::pró natal:: (8) ...de pensador para pensador... (17) Abismo (3) Absmo (1) Actual (21) actualizações de amigos do facebook (4) Alberto Caeiro (1) aldeias s.o.s. (3) amor (4) amor de mãe (10) aniversário (2) Ano Novo (1) António Feio (1) blogosfera (3) cá dentro é assim (16) casa pia (1) coisas (21) coisas que fazemos com crianças quando não temos nada para fazer (1) condução (4) contos (1) contos de encontro (1) Conversas de Autocarro (1) Curiosamente (12) d'alma (15) desafio (16) desejos (1) dia da mulher (2) dia do pai (1) Diário do Autocarro 462 (1) Efemérides (1) ele há coisas que não lembram nem ao Menino Jesus (6) Elis Regina (1) ensaios (4) escrever (4) estava vazio (1) Estórias (10) Fábrica de Letras (18) Férias (2) festa (6) florbela espanca (1) frio de cão (1) futebol (1) gata Sofia (1) Histórias (6) In...side (10) Jack Johnson (1) joana (1) lapsus memorius (2) letras que saem tipo plim (12) maggie (1) Martinho da Vila (3) merdas (5) mundo (1) música (6) natureza (7) NHC (2) nós os pretos (1) O dia em pensamentos... (6) Oriflame (1) Paixão (1) português (4) Preconceito (1) preguiça doce preguiça (4) Profissionalismos (2) recordações (1) Religião e Espiritualidade (9) selos/prémios (2) sérgio desaparecido (2) sexo (1) silencio (1) Sou Criança (7) super blog awards (2) tema livre (1) trânsito (3) Transparência (1) Túlipas de Amorizade (5) Velhice (2) xutos (2) Zélio Fernandino de Moraes (1)