Words like violence Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me Pierce right through me Can’t you understand Oh my little girl
All I ever wanted All I ever needed Is here in my arms Words are very unnecessary They can only do harm
Vows are spoken To be broken Feelings are intense Words are trivial Pleasures remain So does the pain Words are meaningless And forgettable
All I ever wanted All I ever needed Is here in my arms Words are very unnecessary They can only do harm
Cada um conhece a Laura que merece... A que te pode levar ao paraíso; ou fazer da tua vida um inferno. Aquela perfeita que tem mil defeitos; Aquela insegura que sabe o que quer; Aquela decidida que por vezes tem dúvidas nas escolhas que faz; Aquela corajosa que por vezes sente medo; A guerreira que por vezes não quer ir à luta; Aquela simples que, por vezes complica tudo; Aquela que quer um começo, mas receia o fim… A menina que encanta, a moça que fascina, a mulher que enlouquece…! Com cabeça de mulher, mas com coração de menina… Talvez eu hoje fosse a menina para o papá, a filhota para a mamã, a inocente para os avós e a insuportável para a irmã… Mas lamentar o passado não é caminhar para o futuro… Então, eu hoje SOU a preta linda e maluca para os amigos, a pérola negra para os admiradores, a linda princesa para os carinhosos, a Lala para os virtuais, a melga para os incompreensíveis, a inimiga para os inimigos e uma qualquer para os desconhecidos…
Quem vê, pensa. Quem conhece, sabe. Para mim? Sou. Tudo isto e muito mais. Sou uma alma entre tantas outras, que teve a sorte de uma de vir ao mundo a espernear, para lutar e vencer!
ANTES DE LEREM ESTE POST
ATENÇÃO: Depois de ter lido o primeiro comentário a este post, fiquei com medo. Não quero que as pessoas que me seguem e lêem pensem que estou a tentar gozar ou qualquer coisa parecida. Nunca faria tal coisa nem com esta situação nem com outra qualquer de índole discriminatória. No entanto se alguém se sentir desconfortável com este post, peço o favor de me avisar, ou num comentário ou por email e este post será de imediato retirado.
Mais uma vez a minha intenção não é discriminar ou gozar. Simplesmente achei caricata a situação. Obrigada a todos pela vossa compreensão. OBRIGADA EVA POR ME TERES FEITO VER ESTA ENTREVISTA DE OUTRA FORMA.
Primeiro diz que não responde à pergunta. Depois responde, mas baralha. :S
Ora, então vamos lá ver se eu entendi... O sr. não diz que é mas também não diz que não é. O problema não é esse... de todo!
O problema é que o sr. diz que a pergunta que lhe foi feita ofende a comunidade gay americana (???)...
Ora se o sr. não explica... a malta não entende. Mas se o sr. tenta explicar, a malta também não entende. Eu não entendi.
Portanto, "das duas, três":
Se o sr. entendeu a pergunta como um acto discriminatório, então sim concordo perfeitamente quando diz que o jornalista ofende a comunidade gay. Aqui não há dúvidas.
Se o sr. não entendeu a pergunta como um acto discriminatório, então por que raio haveriam as pessoas de se ofender (???)...